Coliseu dos Recreios
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AIDA | ÓPERA DE GIUSEPPE VERDI

Música & Festivais | Ópera

“Aida” de Giuseppe Verdi em Portugal

Coliseu Porto Ageas, Coliseu dos Recreios, Casino Estoril e Centro de Artes de Águeda recebem uma das mais famosas obras do compositor italiano Giuseppe Verdi, nos dias 9, 10, 11 e 12 de maio respetivamente.

Considerada uma das maiores criações operáticas de todos os tempos, a grandiosa ópera “Aida”, de quatro atos e oito cenas, explora o drama da guerra na vida e no amor, no Egito antigo, no tempo dos faraós, quando os egípcios invadiram a Etiópia. Um drama do amor entre uma escrava etíope chamada Aida, mas de origem nobre (e escravizada no reino faraónico) e um general egípcio chamado Radamés, comandante das forças de ocupação do país da escrava (Etiópia).

Ao saber que a sua filha, a bela princesa etíope Aida, foi capturada pelos egípcios e ficou prisioneira e escrava da princesa egípcia Amneris, ambas apaixonadas por Ramadés, Amonasro,o rei da Etiópia (pai de Aida) organiza as tropas numa tentativa derradeira para a libertar. Mas, embora o jovem guerreiro da armada egípcia, corresponda à paixão de Aida, sonha regressar a este seu amor secreto coroado de louros da luta contra os etíopes. No meio desta paixão, surge ainda a sua condenação pelo pai de Aida, que exige também vingança pela prisão e escravatura da filha.

Esta é uma ópera de carácter épico, com um grande aparato cénico, com coros, ballets, grandes cenários e atos longos. Tem um caráter exótico, cenicamente grandiosa, e de grandes efeitos, plena de dramatismo e intensidade narrativa, e de uma grande modernidade em termos de mensagem.

Cantado em italiano, com um final surpreendente, este é um espetáculo que merece ser apreciado ao vivo, dias 9, 10, 11 e 12 de maio, no Coliseu Porto Ageas, Coliseu dos Recreios, Casino Estoril e Centro de Artes de Águeda, respetivamente.

 

 


 

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ANA CAROLINA CANTA CÁSSIA

Música & Festivais | Concerto

ANA CAROLINA REGRESSA A PORTUGAL COM A TURNÊ “ANA CANTA CÁSSIA - ESTRANHO SERIA SE EU NÃO ME APAIXONASSE POR VOCÊ”

A turnê, produzida pela Mundo Propício e Opus Entretenimento, já possui apresentações confirmadas em Lisboa e no Porto, nos dias 13 e 14 de Maio de 2023.

Nomear uma turnê nem sempre é uma tarefa fácil para um artista. Para Ana Carolina, porém, foi diferente desta vez. “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” é um show inteiramente dedicado ao repertório de incontáveis sucessos da, até hoje, inigualável Cássia Eller, revisitados na voz de uma das mais importantes cantoras da Música Popular Brasileira.

Mais do que cantar o repertório de Cássia, Ana faz uma viagem pessoal no tempo. A turnê é uma conexão direta com a jovem garota mineira, que aos 16 anos ouviu Cássia pela primeira vez, apaixonou-se e nunca mais deixou de ser fã de camiseta, como se define.

“São sentimentos muito contraditórios quando penso neste show. Primeiro, jamais imaginei que seria possível um dia poder cantar o repertório da Cássia. Obviamente era um sonho íntimo, desde antes do início da minha carreira. Quis o destino que agora, em pleno 2022, quando Cássia faria 60 anos, que esse projeto surgisse e fosse sugerido justamente para mim”, diz Ana Carolina.

“Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você”, uma turnê da Mundo Propício e Opus Entretenimento tem direção do premiado Jorge Farjalla, e tem diversas apresentações confirmadas por algumas das principais cidades do Brasil e agora em Portugal.

Influência e acolhimento – tudo começou no ano de 1990, quando a jovem Ana Carolina Souza com apenas 16 anos, moradora de Juiz de Fora ouviu “Cássia Eller – Disco 1”, álbum de estreia da cantora carioca, e até hoje um dos prediletos de Ana. O impacto foi imediato. “Eu tive a certeza naquele momento que aquela voz potente vinha pra ficar pra sempre e que jamais haveria outra igual”, relembra Ana Carolina.

“Tudo no universo musical da Cássia me influenciou. Aquela voz feminina com tanta presença e personalidade. Eu dava meus primeiros passos na música e não tenho a menor dúvida que dali tirei muito da minha formação musical e do que achava ser importante ter nas canções e no palco. Não sei se é verdade ou não, mas existe uma história meio folclórica que, anos depois, quando gravei meu primeiro disco, as pessoas

ouviam ‘Garganta’ e grande parte delas achava que era a própria Cássia cantando. Acho isso engraçado, claro, mas também fico extremamente honrada”, se diverte.

A influência de Cássia no DNA de Ana extrapola o universo artístico e tem profundidade no âmbito pessoal. Foi Cássia, a primeira figura pública assumidamente bissexual, que serviu de espelho para que a ainda jovem mineira também se entendesse e futuramente se tornasse referência para tantas pessoas quando o assunto é sexualidade.

“Era absolutamente lindo ainda em 1990, uma mulher tão à frente do seu tempo, com uma postura libertária e sem a preocupação do que as pessoas pensavam dela e de sua sexualidade. Isso tudo colocado com imensa naturalidade. Eu via aquela potência e pensava: ‘Ela me representa’. Ali também comecei a me entender, entender minha sexualidade. Comecei a entender que poderia naturalmente namorar também com meninas, sem me preocupar com o que os outros achavam. Foi libertador.”, relembra. “Hoje ouço muitas vezes de fãs e mães de fãs como minha postura ajudou suas famílias a lidarem com a questão. Fico feliz em fazer parte disso e me dar conta que o meu próprio ciclo começou justamente com a referência tão incrível da Cássia”.

Anos mais tarde, em 1997, quis o destino que Cássia Eller tomasse conhecimento do trabalho da estreante cantora Ana Carolina que, numa ida ao Rio de Janeiro, acabou sendo acolhida por seu ídolo de maneira generosa em sua própria casa. “Aquele gesto simples reverbera em mim até hoje. Eu chegava no Rio para um show e a Cássia cedeu espaço para mim dentro de seu apartamento. Era o começo da minha carreira e tudo era muito difícil. Tão difícil que ela ainda fez questão de contratar meu primeiro roadie, para carregar e afinar o violão para este show. Eu não estava sequer habituada com isso ainda. Foi inesquecível vê-la na plateia torcendo por mim”, diz.

No ano seguinte, Ana Carolina gravou seu primeiro álbum (lançado em abril de 1999) e começou a escrever a história de uma das mais bem sucedidas carreiras da MPB recente. “Essa turnê que faço hoje é muito mais que uma merecida homenagem. É sobre acolhimento. Cássia me acolheu como fã, como jovem buscando entender meu lugar no mundo e finalmente como artista. Se eu pudesse falar uma única frase para ela hoje, seria justamente essa: Estranho seria se eu não me apaixonasse por você”.

Um show em cinco atos – Dirigido por Jorge Farjalla, “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” tem um esqueleto teatral ao passear por cinco atos, que serão conduzidos por músicas que remetem a cada um deles: “Cartas”, logo na abertura do show, traz canções que se comunicam em estado de poesia pura; “Palavras” começa a investigar outros universos das duas cantoras, incluindo a paixão mútua pelo samba; “Sabotagem” é um momento da Cássia debochada e cheia de questionamentos sobre o status quo, enquanto “Girassol” traz de volta a delicadeza para a coroar a celebração. O último bloco é, claro, um bis cheio de surpresas que serão desvendadas com a estreia da turnê.

Ana Carolina se apresenta ao lado de uma banda composta Juliano Valle (teclados, programações, voz), Theo Silva (guitarras e violões), Lancaster Pinto (baixo e voz), Thiago Faria (violoncelo e voz), Cesinha (bateria, cajon, Kokoriko e voz), Leonardo Reis (percussão, cajon, Kokoriko e voz).

Para chegar no repertório, Ana Carolina estudou a extensa discografia por meses até chegar num setlist ideal que retratasse a grandeza de Cássia Eller. “Tocamos as versões originais à exaustão para entender minuciosamente cada uma delas. Só aí que começamos a repensar em arranjos, para trazer uma releitura que conversasse comigo e que não renunciasse o DNA de Cássia em nenhum momento”.

“Dentro do meu universo, espero com essa turnê retribuir de alguma forma todo o carinho e acolhimento que recebi da Cássia. Meu desejo é que essa obra e artista tão potentes se mantenham vivas, conheçam novos públicos e que permaneçam sempre no imaginário do brasileiro. Cássia merece todo nosso amor”, finaliza.

Sobre Ana Carolina - Cantora, compositora, arranjadora, produtora, instrumentista, musicista e artista plástica, Ana Carolina lançou seu primeiro disco em 1999; hoje, sua carreira já inclui 12 álbuns, seis DVDs e mais de cinco milhões de discos vendidos. Entre outros, ganhou sete vezes o Prêmio Multishow de Música Brasileira, três vezes o Troféu Imprensa e uma vez o Prêmio TIM de Música. O primeiro grande sucesso, “Garganta”, viria já no primeiro álbum. Depois dele, emplacou cerca de 30 singles nas paradas brasileiras.

As composições da artista já foram gravadas por nomes importantes como Maria Bethânia, Gal Costa, John Legend, Esperanza Spalding, Chiara Civello, Jorge Vercillo, Mart’nália, Zizi e Luiza Possi, Pedro Camargo Mariano, Preta Gil, entre outros. Em suas composições fez parcerias com Seu Jorge, Luiz Melodia, Gilberto Gil e Guinga, entre muitos outros.

Em 2009, quando completou 10 anos de carreira, lançou o álbum “N9ve”, no qual destaca-se a canção “Entreolhares (The Way You’re Looking at Me)”, em um dueto com o cantor, compositor e pianista americano John Legend. A canção alcançou o topo da Billboard Hot Songs (Rio de Janeiro), e o 34° na Billboard Hot 100 Airplay. No mesmo ano, lançou a coletânea de canção, “Ana Carolina + Um”, com duas canções inéditas e participação de vários cantores, entre eles, Maria Gadú, Maria Bethânia, Roberta Sá, Totonho Villeroy, entre outros. Em 2012 gravou duetos com astros da música internacional, como Tony Bennett e Alejandro Sanz, e seu CD #AC trouxe a cantora dividindo os microfones com Chico Buarque.

Em 2019, Ana Carolina lançou seu mais recente álbum, “Fogueira em Alto Mar”, primeiro trabalho de inéditas em pouco mais de 6 anos. Ele reflete toda a excelência, empenho e musicalidade que a deixaram conhecida no mercado nacional e internacional.

Agora em 2022, sai em turnê nacional do projeto “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” em que celebra a obra inigualável de Cássia Eller no ano em que faria 60 anos.

Atualmente, Ana Carolina contabiliza cerca de seis milhões de seguidores em suas redes sociais.

Sobre Cássia Eller - cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira. Foi uma das maiores representantes do rock brasileiro dos anos 90 e eleita a 18ª maior voz e a 40º maior artista da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil. Lançou cinco álbuns de estúdio em vida: Cássia Eller (1990), O Marginal (1992), Cássia Eller (1994), Veneno AntiMonotonia (1997) e Com Você... Meu Mundo Ficaria Completo (1999). Seu sexto álbum de estúdio, Dez de Dezembro (2002) foi lançado postumamente. O álbum mais bem-sucedido de Cássia foi o Acústico MTV (2001), com mais de um milhão de cópias vendidas e um prêmio Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock.

Cássia morreu aos 39 anos em 29 de dezembro de 2001, após um infarto do miocárdio causado por uma malformação de seu coração.

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AVA MAX

Música & Festivais | Concerto

Amanda Ava Koci, é uma das sensações da música pop do momento, que conta com inúmeros singles de sucesso, colaborações com gigantes da industria e certificação de Platina pela RIAA no seu o álbum de estreia, Heaven & Hell (2020).

Em 2022, Ava edita Diamonds & Dancefloors o seu segundo álbum, com o single de destaque “Million Dollar Baby”, que conquistou 10 milhões de streams e 8 milhões de visualizações em apenas duas semanas após o lançamento e tem acumulados mais de 108 milhões de streams globais. Aclamado pela PAPER como “um número de euro dance eufórico”, Neste momento o videoclip conta com mais de 29 milhões de visualizações no YouTube. O segundo álbum inclui também os lançamentos recentes "Cold As Ice" e "One of Us", a faixa disco dos anos 80 "Dancing's Done", a poderosa "Weapons" e a auto-confiante "Maybe You're The Problem".

O álbum foi escrito pela própria ao lado de um elenco de escritores e produtores de elite, vencedores de GRAMMYs®, e que esgotou em poucos minutos o concerto de apresentação no passado dia 2 fevereiro, no famoso Masonic Lodge no Hollywood Forever Cemetery em Los Angeles.

2023 mostra-se muito frutuoso para Ava que conta já com uma performance estelar no CNN’s New Year's Eve Live e um artigo em exclusivo na Rolling Stone, que disse: “Os vocais de Max brilham em 'Ghost' quando canta sobre 'sentir-se assombrada' pelo seu ex, entre linhas brilhantes de sintetizadores. Em 'Hold Up, Wait a Minute', Max questiona a ligação do seu parceiro com um amor passado numa música carregada de disco. E na música mais emocionante do projeto, 'One of Us', que começa como uma balada, mas transforma-se num hino empoderador sobre como aceitar o fim de um relacionamento.”

O dia 18 de maio marca então a estreia da cantora e compositora norte-americana, Ava Max, em Portugal, quando esta subir ao palco do Coliseu de Lisboa para um concerto há muito esperado pelos seus fãs portugueses.

 

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dEUS

Música & Festivais | Concerto

A banda belga dEUS acaba de anunciar a sua tour Europeia que vem no seguimento do lançamento do novo álbum How To Replace It. A passagem em Portugal acontece no dia 2 de abril do próximo ano, no Coliseu dos Recreios em Lisboa.


How To Replace It é o oitavo álbum de estúdio e o primeiro em dez anos - com edição prevista no dia 17 de fevereiro de 2023. É este o álbum que dá o mote para a tour Europeia e que se destaca por ser distintivo e inventivo, melódico mas desafiadoramente desequilibrado. “Tu não te queres repetir, mas tens o teu próprio estilo”, diz Tom Barman, vocalista e líder dos belgas art-rockers. “Queres experimentar coisas novas e apenas reagir ao que parece novo no momento.”


Este álbum é único, mas acima de tudo, é inconfundivelmente dEUS. Dez anos parece muito tempo, mas a banda nunca esteve longe do público. Houve a compilação Selected Songs 1994-2014 para montar, a digressão "Soft Electric", inúmeras aparições em festivais e aniversários para comemorar – especialmente o do álbum The Ideal Crash, que já tem 20 anos; ou uma tour Europeia de 65 datas que demorou mais de um ano em preparação e execução.


“As coisas demoram sempre mais do que pensamos”, diz o cantor laconicamente, “mas este não foi um projeto de dez anos”. Não foram nem quatro anos e, embora tenham sido definidos planos concretos em 2018, houve ensaios, a tour do The Ideal Crash e, claro, a pandemia. Mas a forma de trabalhar da banda também mudou. Nos dois discos anteriores, as jam sessions foram longas e estruturadas – cinco dias por semana, do meio-dia às 18h – com músicas a serem moldadas e desenvolvidas ao longo do tempo. How to Replace It, no entanto, surgiu durante sessões curtas mas mais intensas e explosivas.
Vinte e oito anos após o álbum de estreia, dEUS continuam firmes na cena indie, procurando avançar sempre com uma curiosidade infinita e uma inquietude criativa.


“Depois de tantos anos, queremos fazer o máximo de festivais possível e tocar em vários lugares”, diz Barman. “Mal podemos esperar para trazer estas músicas a palco.”
dEUS chega ao palco do Coliseu dos Recreios no dia 2 de abril de 2023, para o concerto de apresentação de do 8º álbum e o reencontro com o público Português.

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EMICIDA APRESENTA AMARELO

Música & Festivais | Concerto

Depois de uma passagem de grande sucesso pela Europa com concertos esgotados, Emicida estreia-se no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 11 de maio. Um dos principais nomes da música brasileira da atualidade, o rapper trará a sua aclamada digressão AmarElo que deu origem a um concerto e ainda virou um documentário da Netflix e contará com a participação especial de Dino D’Santiago e do rapper Papilon. 

No repertório não faltarão êxitos como “Quem tem um amigo (tem tudo)”, “Paisagem”, "Cananéia, Iguape, Ilha Comprida" e  "Ismália", entre outras canções que celebram o amor, a família, a amizade e, sobretudo, a perseverança. O cantor apresenta-se com a sua banda formada por Jhow (bateria), Julio Fejuca (produção musical, violão, guitarra, cavaco e baixo) e Michele Lemos (guitarra e backings).  A primeira parte será com Drik Barbosa,  um dos novos nomes da música negra do Brasil, parte do cast da Lab Fantasma.

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ESPONTÂNEO | CAMPEONATO MUNDIAL DE IMPROVISO 2023

Teatro & Arte | Teatro

CAMPEONATO MUNDIAL DE IMPROVISO 2023 Está de regresso a Portugal o maior evento de competição de comédia de improviso. Dias 05 e 06 de maio, o Coliseu dos Recreios recebe a 2ª edição Campeonato Mundial de Improviso, que irá reunir os melhores improvisadores de Itália, México, Brasil e Portugal. Estas 4 seleções irão defrontar-se numa competição completamente fora da caixa, cujas únicas regras são improvisar, ganhar as gargalhadas do público e no final levar consigo o título de Campeão Mundial de Improviso 2023. Em cada sessão o público desempenha um papel fundamental, pois é ele que sugere os temas de cada desafio e decide os vencedores dos mesmos com o seu voto, tudo isto sob o olhar atento de um árbitro profissional. Absolutamente imperdível este Campeonato Mundial de Improviso que mistura o espirito competitivo do desporto, com a absoluta loucura da comédia de improviso. O Campeonato Mundial de Improviso é uma coprodução da companhia de improvisação teatral, Instantâneos e do Coliseu de Lisboa. Os Instantâneos são responsáveis pela produção do Espontâneo – Festival Internacional de Teatro de Improviso, pelo Campeonato do Mundo de Improviso e por variadíssimas criações originais no contexto da improvisação. Este coletivo, criado em 2011, afirmou-se ao longo da sua existência como um dos mais relevantes projetos nacionais de improviso teatral, com provas dadas quer dentro quer fora de Portugal.

Site: www.instantaneos.pt

Facebook: https://www.facebook.com/InstantaneosImpro

Instagram: https://www.instagram.com/instantaneosimpro/

Informações: producao@instantaneos.pt

 

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MARIO SERGIO CORTELLA EM LISBOA

Formação & Educação | Multidisciplinar

Mário Sérgio Cortella chega pela primeira vez a Europa com a palestra “FAZ O TEU MELHOR! Competência e o risco da mediocridade!”

Na palestra, Cortella fala sobre a importância de fazer o melhor e não apenas o possível.   “Fazer o teu melhor, com as condições que tens, enquanto não tens condições melhores para fazer melhor ainda”.

Quem apenas faz o possível, o básico, cai na mediocridade e vive uma vida morna e apequenada.   Estás a fazer o possível ou o teu melhor?  

Não é o melhor do mundo; é o teu melhor! Porque se tu ou eu, podendo fazer o melhor,  nos contentarmos com o possível, caímos num lugar perigoso chamado ‘mediocridade’, e mediocridade é falta de esmero, isto é, falta de fazeres o teu melhor na condição que tu tens.   

Há pessoas que, em nome da condição, degradam a ação...   Mario Sergio Cortella Nasceu em Londrina, no Brasil, em 1954. Graduado em Filosofia, fez mestrado e doutorado em Educação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, na qual começou a dar aulas em 1977 com docência e pesquisa na Pós-Graduação em Educação (Currículo) e no Departamento de Teologia e Ciências da Religião, e nela se reformou como professor-titular trinta e cinco anos depois; foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991-1992). É comentador e colunista em programas de rádio e televisão, além de ter presença constante em canais digitais e redes sociais (com mais de 20 milhões de seguidores); autor, até 2023, de 48 livros publicados no Brasil e no exterior, tais como os best-sellers Qual é a sua obra? e Por que fazemos o que fazemos?

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MARIO SERGIO CORTELLA EM LISBOA

Formação & Educação | Conferência

Mário Sérgio Cortella chega pela primeira vez a Europa com a palestra “FAZ O TEU MELHOR! Competência e o risco da mediocridade!”

Na palestra, Cortella fala sobre a importância de fazer o melhor e não apenas o possível.   “Fazer o teu melhor, com as condições que tens, enquanto não tens condições melhores para fazer melhor ainda”.

Quem apenas faz o possível, o básico, cai na mediocridade e vive uma vida morna e apequenada.   Estás a fazer o possível ou o teu melhor?  

Não é o melhor do mundo; é o teu melhor! Porque se tu ou eu, podendo fazer o melhor,  nos contentarmos com o possível, caímos num lugar perigoso chamado ‘mediocridade’, e mediocridade é falta de esmero, isto é, falta de fazeres o teu melhor na condição que tu tens.   

Há pessoas que, em nome da condição, degradam a ação...   Mario Sergio Cortella Nasceu em Londrina, no Brasil, em 1954. Graduado em Filosofia, fez mestrado e doutorado em Educação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, na qual começou a dar aulas em 1977 com docência e pesquisa na Pós-Graduação em Educação (Currículo) e no Departamento de Teologia e Ciências da Religião, e nela se reformou como professor-titular trinta e cinco anos depois; foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991-1992). É comentador e colunista em programas de rádio e televisão, além de ter presença constante em canais digitais e redes sociais (com mais de 20 milhões de seguidores); autor, até 2023, de 48 livros publicados no Brasil e no exterior, tais como os best-sellers Qual é a sua obra? e Por que fazemos o que fazemos?

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NOVO RAFAEL PORTUGAL

Teatro & Arte | Comédia

“Eu Comigo Mesmo - o stand up de Rafael Portugal 

Ator, cantor, compositor e humorista, Rafael Portugal e´ um dos nomes mais populares e aclamados do humor da nova geração no Brasil. Pre^mio F5 

Eleito pelo site de entretenimento da Folha de S. Paulo que premeia os melhores do ano, como melhor humorista de 2020, e pelo 

Risadaria, um dos maiores festivais de humor do mundo, como o melhor ator de come´dia de 2017, 

chega a Portugal com o seu u´ltimo solo! Integrante do “Porta dos Fundos” e “A Culpa e´ do Cabral”, e dando vida ao quadro “CAT BBB” no Big Brother Brasil, Rafael e´ alegria em forma 

de talento, na sua mais pura simplicidade e verdade.
O seu stand up comedy traz toda a genialidade e versatilidade do artista, que por certo, e´ mais do que aguardado e acarinhado pelo pu´blico português e brasileiro. 

A na~o perder!”

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ZÉ NETO E CRISTIANO

Música & Festivais | Concerto

O Coliseu dos Recreios vai receber no seu palco, um mega show da dupla Zé Neto e Cristiano, duas vozes que são já uma referência da nova geração sertaneja, com grandes sucessos como "Bebi minha bicicleta, S D Saudade, Na cama que eu paguei" e muitos outros, que demostram o seu talento musical e que os consolidaram em todo o Brasil. Que tal saber um pouco mais sobre essa dupla incrível?

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